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terça-feira, 7 de junho de 2011

Nota de Pesar

Aline Santana, companheira...

Há coisas que acontecem em nossas vidas e que não entendemos a razão para tal. Assim como, conhecemos pessoas lindas, maravilhosas, verdadeiros anjos na terra que se vão cedo e perguntamos a Deus o por quê de partirem tão prematuramente. E assim foi com a Alana Santana, ela foi um anjo lindo aqui na terra, que nos deixou ensinamentos e lições para a vida toda.
Neste momento, a dor da perda se faz muito presente e parece não ter fim, mas acredite: Deus fará tudo para amenizar a dor da nossa companheira Aline e de toda a sua família. Assim como, nós os amigos também faremos tudo o que for possível para estar ao seu lado, dando forças, apoiando e se fazendo presentes na sua vida, não só em momentos bons de luta e de conquistas políticas, porque acima de tudo somos amigos e uma família (Não de sangue, e sim de irmãos em cristo), mas também nos momentos de dor e agonia, como esse.
A morte não é o fim, ao contrário, é o começo! O começo de uma vida ao lado de Deus e sabemos que de onde a Alana estiver ela sempre irá proteger, guiar, cuidar de você e de todos aqueles que a amaram verdadeiramente.
Ela trilhou um lindo caminho na terra e foi um exemplo de luta pela vida, deixou ensinamentos não só para os familiares, como também para amigos e conhecidos.
Em outras palavras, nós do Romper O Dia nos solidarizamos e sentimos muito pela perda imensurável da querida Alana Cristina Santana da Silva, irmã da nossa companheira de luta Aline Santana.
O coletivo Romper O Dia está de luto e deixa aqui total apoio a Aline e sua família. 


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Oposição de Esquerda garantiu 61% dos delegados para representar a UFPA no 52º CONUNE

             As eleições para escolher @s delegad@s que irão representar a UFPA no 52º CONUNE (julho/2011 - Goiania/GO) ocorreram no dia 02/06/11 e a Oposição de Esquerda saiu numa chapa unificada com o nome "Um convite à luta" Chapa 2, senda esta compostas pelos seguintes setores: Romper o Dia!, Vamos à luta e Consulta Popular, garantindo assim, 61% destes delegados para fortalecer o Movimento Estudantil e a luta.

domingo, 29 de maio de 2011

A População vai às ruas exigir a instalação de CPI na ALEPA!

Segundo a PM, o ato do dia 28/05/11 (sábado) reuniu aproximadamente 15 mil pessoas nas ruas de Belém. A população esta cansada de tanta corrupção. Não dá mais para ficar calado!!
A nossa juventude esteve presente, confiram algumas de nossas fotos:







terça-feira, 17 de maio de 2011

Dia 19/05 a UFOPA vai parar!

No próximo dia 19/05 (quinta-feira) não haverá expediente normal de aulas e trabalho na Universidade Federal do Oeste do Pará. Ao invés disso, a comunidade acadêmica da UFOPA decidiu fazer dessa data um momento de luta, de combate ao regime autoritário do Reitor pro tempore José Seixas Lourenço. A paralisação foi aprovada emAssembléia Geral das 3 categorias (estudantes, professores e técnicos) no dia 05 de maio.
A bandeira central da paralisação do dia 19 é a luta por DEMOCRACIA na UFOPA, o que implica necessariamente a EXTINÇÃO DE TODOS OS PROCESSOS que pesam sobre a comunidade acadêmica. No entanto, além disso, a comunidade acadêmica lutará também pela instalação de órgãos deliberativos colegiados, eleições diretas para Reitoria e Direção dos Institutos e Programas, aprovação democrática do primeiro estatuto da UFOPA, dentre outras pautas.
A paralisação terá início com um ato público em frente ao campus Rondon, às 8:30h. Em seguida, haverá debates sobre vários temas pertinentes à UFOPA, como, p.ex., modelo de gestão e estrutura acadêmico-curricular. Representantes da Comissão Estatuinte se farão presentes para dialogar com as 3 categorias acerca dos temas fundamentais que constarão no primeiro Estatuto da Universidade.
Na hora do almoço, o DCE/UFOPA servirá ao público um "Sopão", como forma simbólica de protesto à ausência de um Restaurante Universitário na instituição. Ademais, programações culturais servirão como espaço de des
É fundamental que as 3 categorias participem em peso da paralisação. JUNTOS SOMOS MAIS FORTES e podemos vencer essa luta!

PROGRAMAÇÃO

8:30h - ATO PÚBLICO
LOCAL: em frente do Campus Rondon.
Exposição de motivos da paralisação, com intervenções das 3 categorias, recepção e orientação para a programação do dia.

9:30h - GRUPOS DE TRABALHOS (GTs)
GT1: Democracia
Eixos de discussão: PAD’s; Estágio Probatório; Divulgação do E-mail do Ministro e das Bancas Julgadoras dos PAD’s.
GT2: Estrutura Acadêmica da UFOPA
Eixo de discussão: modelo acadêmico, com foco no percurso acadêmico onde se esclareçam pontos obscuros, dando a oportunidade de defesa e crítica.
GT3: Gestão Universitária
Eixos de Discussões: plano diretor; prestação de contas/orçamento; planejamento; e outros.
GT4: Assistência Universitária
Eixo de Discussão: as demandas das categorias quanto RU; moradia, bolsas e outras.

11:30h – SOPÃO, a ser distribuído pelo DCE em protesto à ausência de um Restaurante Universitário na UFOPA.

14h – PROGRAMAÇÃO CULTURAL

14:30h - RETORNO DOS GT’S
Os GT’s retornam para finalizar as discussões e/ou concluir a relatoria.

17h - PLENÁRIA
Uma Assembléia das três categorias, cuja pauta é: leitura da ATA da Assembléia anterior; Relatoria dos GTs; Debates; Encaminhamentos.

20h – ENCERRAMENTO: PROGRAMAÇÃO CULTURAL

OBS. TODA A PROGAMAÇÃO SERÁ REALIZADA NO CAMPUS 1, SITUADO NA AV. MARECHAL RONDON.

* Para mais informações: Professora Andrea Rente (9163-7094), Técnico Rui Mayer (2101-3629), Discente Ib Tapajós (9145-3010)

Fonte: Blogger da UES ( União dos estudantes de Ensino Superior de Santarém )

Dia 19/05 a UFOPA vai parar!

No próximo dia 19/05 (quinta-feira) não haverá expediente normal de aulas e trabalho na Universidade Federal do Oeste do Pará. Ao invés disso, a comunidade acadêmica da UFOPA decidiu fazer dessa data um momento de luta, de combate ao regime autoritário do Reitor pro tempore José Seixas Lourenço. A paralisação foi aprovada emAssembléia Geral das 3 categorias (estudantes, professores e técnicos) no dia 05 de maio.
A bandeira central da paralisação do dia 19 é a luta por DEMOCRACIA na UFOPA, o que implica necessariamente a EXTINÇÃO DE TODOS OS PROCESSOS que pesam sobre a comunidade acadêmica. No entanto, além disso, a comunidade acadêmica lutará também pela instalação de órgãos deliberativos colegiados, eleições diretas para Reitoria e Direção dos Institutos e Programas, aprovação democrática do primeiro estatuto da UFOPA, dentre outras pautas.
A paralisação terá início com um ato público em frente ao campus Rondon, às 8:30h. Em seguida, haverá debates sobre vários temas pertinentes à UFOPA, como, p.ex., modelo de gestão e estrutura acadêmico-curricular. Representantes da Comissão Estatuinte se farão presentes para dialogar com as 3 categorias acerca dos temas fundamentais que constarão no primeiro Estatuto da Universidade.
Na hora do almoço, o DCE/UFOPA servirá ao público um "Sopão", como forma simbólica de protesto à ausência de um Restaurante Universitário na instituição. Ademais, programações culturais servirão como espaço de des
É fundamental que as 3 categorias participem em peso da paralisação. JUNTOS SOMOS MAIS FORTES e podemos vencer essa luta!

PROGRAMAÇÃO

8:30h - ATO PÚBLICO
LOCAL: em frente do Campus Rondon.
Exposição de motivos da paralisação, com intervenções das 3 categorias, recepção e orientação para a programação do dia.

9:30h - GRUPOS DE TRABALHOS (GTs)
GT1: Democracia
Eixos de discussão: PAD’s; Estágio Probatório; Divulgação do E-mail do Ministro e das Bancas Julgadoras dos PAD’s.
GT2: Estrutura Acadêmica da UFOPA
Eixo de discussão: modelo acadêmico, com foco no percurso acadêmico onde se esclareçam pontos obscuros, dando a oportunidade de defesa e crítica.
GT3: Gestão Universitária
Eixos de Discussões: plano diretor; prestação de contas/orçamento; planejamento; e outros.
GT4: Assistência Universitária
Eixo de Discussão: as demandas das categorias quanto RU; moradia, bolsas e outras.

11:30h – SOPÃO, a ser distribuído pelo DCE em protesto à ausência de um Restaurante Universitário na UFOPA.

14h – PROGRAMAÇÃO CULTURAL

14:30h - RETORNO DOS GT’S
Os GT’s retornam para finalizar as discussões e/ou concluir a relatoria.

17h - PLENÁRIA
Uma Assembléia das três categorias, cuja pauta é: leitura da ATA da Assembléia anterior; Relatoria dos GTs; Debates; Encaminhamentos.

20h – ENCERRAMENTO: PROGRAMAÇÃO CULTURAL

OBS. TODA A PROGAMAÇÃO SERÁ REALIZADA NO CAMPUS 1, SITUADO NA AV. MARECHAL RONDON.

* Para mais informações: Professora Andrea Rente (9163-7094), Técnico Rui Mayer (2101-3629), Discente Ib Tapajós (9145-3010)

Fonte: Blogger da UES ( União dos estudantes de Ensino Superior de Santarém )

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Um código a ser cumprido

*Chico Alencar
O Código Florestal Brasileiro, instituído em 1965, mais do que alterado, flexibilizado, decepado, devia ser cumprido. Sua atualização, necessária, viria de amparo do Estado – através de medidas simplificadoras e créditos públicos para serviços ambientais – aos verdadeiros pequenos agricultores sem recursos, para que estes não ficassem mais onerados com a imprescindível preservação de minas d´água, margens de rios e matas do cume de encostas. Estes setores, corretamente identificados, precisam de fato ter um tratamento legal e transparente diferenciado. Mas não podem ser usados como biombos para interesses de desmatadores.
O debate sobre as alterações no Código coloca em disputa duas visões antagônicas de uso da terra: a dos produtivistas do agrobusiness e a dos agroecologistas. Vitoriosos os primeiros, estarão ameaçadas muito mais do que árvores: serão afetadas as seguranças hídrica, energética, biológica e econômica, garantidas constitucionalmente.
A história da apropriação do solo brasileiro é a história da concentração fundiária e da produção sobretudo para exportação. Suas marcas são latifúndio, monocultura, escravidão e dependência externa. Só recentemente se percebeu que essa forma de dominação trazia, congenitamente, outro elemento: a devastação ambiental. A legislação, inaugurada com a Lei de Terras, de 1850, no Império, consolidou a apropriação do território nacional por uma casta. A custosa demarcação e o registro de todos os lotes, que então se passou a exigir, garantiu o suprimento de mão de obra escrava para as atividades de agroexportação e a supremacia dos grandes proprietários, que até hoje – constituindo apenas 3% dos proprietários – controlam 56,7%% das áreas de cultivo. Os pequenos proprietários e agricultores familiares – 85,5% dos estabelecimentos do campo – detêm, apenas, 30,5% das terras. 70% dos créditos agropecuários vão para os grandes. É o passado muito vivo no presente, que reforça a premência da reforma agrária.
A visão “agroempresarial” predominante, – que chega a considerar os preceitos da Reserva Legal (RL) e das Áreas de Preservação Permanente (APP) um “atentado ao direito de propriedade, um confisco”, como expressam vários parlamentares – no máximo ‘atura’ concessões compulsórias ao ambientalismo. Este é visto como mero modismo: “Os ambientalistas falam muito em biodiversidade mas se esquecem do abastecimento, da comida; falam de proteger matas e águas, mas se esquecem de proteger o ser humano”, pontificou a senadora ruralista Kátia Abreu, do DEM, em trânsito para o PSD.  O relator das alterações no Código, deputado Aldo Rebelo, faz o elogio do agrocapitalismo, a despeito de sua filiação ao PCdoB, quando reclama que “o Brasil teve reduzido em mais de 23 milhões de hectares o espaço ocupado pela agropecuária nos últimos dez anos, entre outras razões por causa da demarcação de novos parques, terras indígenas e florestas” (OESP, 30/4/2011). Seu empenho contra a demarcação da terra indígena Raposa/Serra do Sol ficou conhecido: “Transformamos em parques terras aptas para a agricultura, enquanto os demais países só o fazem com desertos, geleiras ou montanhas rochosas”, arremata.
O subtexto de todas essas assertivas é o afã imediatista e raso que reza que “o Brasil não pode imobilizar suas riquezas”. Ou seja: preservar é antieconômico, terra boa é a terra cultivada ou convertida, ao máximo, em pastagens – “produtiva”. Visão retrógrada com ares de progressismo e modernidade, apesar do clamor, neste século XXI, por mais cuidado com a Mãe Terra e por avanço para uma economia de baixo carbono.
Para nós vigora o entendimento – possibilitado pelos avanços da ciência, que os antigos não dispunham – de que não há uso da terra e dos bens naturais adequado sem relação de pleno respeito e integração com eles.  De que não há “interesse social” que justifique a retirada da vegetação nos entornos das nascentes, olhos d´água, margens de rios. De que é risco de desertificação a perda de 35 milhões de hectares de matas, até 2006, na Amazônia e no Cerrado. De que só é sustentável o que reconhece a natureza como mãe e parceira, da qual também somos parte, e não como força madrasta a ser subjugada. Rompendo com o enfoque dualista e maniqueísta (“produção x preservação”), sabemos que, como informa a Agência Nacional de Águas, nos cultivos devidamente irrigados e em áreas com preservação de matas e recursos hídricos “cada hectare equivale a três de sequeiro em produtividade física e a sete em produtividade econômica”. Constatamos, com a SBPC, que 76% do total das terras utilizadas pela agropecuária no Brasil de hoje apresentam alguma fragilidade decorrente de limitação nos solos. E concluímos que, como corolário dessas análises científicas, “as APPs e as RLs deveriam ser consideradas como parte fundamental do planejamento agrícola conservacionista das propriedades” (GT do Código Florestal, SBPC/ABC, 2011).
Ao contrário do que apregoam os ruralistas, que parecem querer monopolizar a terra e a verdade, nosso enfoque não é “urbano”, de quem “não conhece o cotidiano da vida rural” ou de “ONGS multinacionais”. Estão nesse mesmo caminho de ação sócio-ambiental presente e perspectiva para as gerações vindouras, entre outras entidades, todas respeitáveis, a Comissão Pastoral da Terra, a Federação Nacional dos Trabalhadore(a)s na Agricultura Familiar, a Pastoral da Juventude Rural, o Movimento das Mulheres Camponesas, o Movimento dos Atingidos por Barragens, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o Movimento dos Pescadore(a)s Artesanais e a Via Campesina.
A açodada urgência para a votação da matéria nos levaria à seguinte situação: só conheceríamos os detalhes da proposta no próprio momento da votação. Uma “colcha de retalhos” de quase uma centena de artigos, com suas alíneas e eventuais brechas e incongruências, teria que ser examinada em cima do laço. Prerrogativas de licença ambiental para prefeituras; minimização do papel do Ministério Público; dispensa, redução ou intervenções em APPs e RLs; pecuária e outras atividades de “baixo impacto” em topos de morros e outras áreas protegidas; anistia a desmatadores; enfraquecimento do CONAMA; ampliação das possibilidades de manejo “agrosilvopastoril”; fim da formalização da averbação das reservas em cartório; exploração de espécies florestais em extinção, e outras tantas propostas polêmicas, seriam analisadas a toque de caixa. Registradora, quem sabe: “Time is money, my farmer!”. Processo da pior técnica legislativa. Essa irresponsabilidade, por si só, revela o desprezo de muitos para com os urgentes cuidados ambientais. Melhor dizendo, para com o nosso chão e seiva vital comum, a Terra.
* Deputado Federal do PSOL/RJ
Fonte: JUNTOS!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Estudantes pediram ao reitor mais segurança para quem circula pelo campus


Um grupo formado por representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE), comissões de formatura e da segurança do Campus da Universidade Federal do Pará (UFPA) vai passar a acompanhar, desde o planejamento até o encerramento, as festas promovidas no Espaço Recreativo do Vadião, localizado no campus da universidade, no bairro do Guamá, em Belém. A proposta foi feita pelo reitor Carlos Maneschy, ontem, durante reunião com representantes da administração superior, docentes, técnicos e representantes do DCE, no auditório da Secretaria Geral da Reitoria. A ação começa a valer de imediato.

O encontro foi solicitado pelo DCE e teve como pauta a questão da segurança no campus Universitário, principalmente nos dias de festas, que acontecem às quintas e sextas-feiras. Entre as medidas que ficaram definidas, estão o reforço no aparato de segurança nesses dois dias, a proibição de aparelhagens de som e a criação de uma comissão composta por representantes do DCE, que atue em conjunto com a administração do campus nas ações de segurança. "A reunião não era deliberativa, era apenas uma conversa, mas, ainda assim, conseguimos estabelecer algumas ações objetivas e práticas que vão ajudar a melhorar o problema da insegurança na universidade", afirmou o reitor Carlos Maneschy".

O diretor de Interiorização do DCE, Rodrigo Queiroz, também considerou a reunião positiva. "Agora, a comissão vai estar mais próxima para intervir na melhoria da utilização dos espaços. Vamos verificar de que forma a gente pode trabalhar não só a segurança dentro do campus, mas também fora dele". Outro encaminhamento da reunião foi a construção de um plano de segurança permanente, a ser discutido entre os representantes do movimento estudantil e a direção da segurança da universidade.

Fonte: http://www.orm.com.br/oliberal/